quinta-feira, 8 de julho de 2010

Lembrança

Aquele estranho que vi na rua,
penso que o vi uma vez por aí
em qualquer rua, esquina, parque,
embarque ou desembarque.

Aqueles que passaram por mim
arranhando minha alma e
curando dias ruins,
deixaram boas feridas.
Marcas que jamais serão esquecidas.

Esses sim estranhos não são!
São seres que iluminaram meu sol
e fizeram brilhar minha lua,
alegrando meu céu particular
cheio de estrelas cadentes.

Deles impossível esquecer,
quiçá deixá-los guardados
levando para cada esquina, parque ou embarque.
Levarei em minha bagagem especial
chamada lembrança que se faz presente
em cada cheiro, cor e mar...
em todo lugar.


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